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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

SISPMUM apoiará a assembleia com paralisação dos profissionais da educação



Nesta quinta-feira (20/02), foi realizada a assembleia extraordinária do SISPMUM para discutir o plano de lutas da categoria, bem como as questões da data base e da suspensão do pagamento dos resíduos. 

Ficou aprovado o apoio do SISPMUM à assembleia com paralisação convocada pelo núcleo do SEPE-Mangaratiba para o dia 03/03, às 09:00 horas da manhã, na Praça Robert Simões, Centro.

Também durante a reunião, foi deliberado que o jurídico do sindicato ajuizará ação sobre a revisão geral anual referente a 2019 e impetrará mandado de segurança coletivo contra o Decreto que manteve a suspensão dos resíduos.

Sendo assim, convocamos a todos os servidores para que estejam presentes na manifestação que ocorrerá em 03/03, unificando as lutas de todo o funcionalismo com os profissionais da educação.


#Assessoria

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

DIA 23 VAMOS TODOS À LUTA NOVAMENTE!



A Diretoria do SISPMUM e o SEPE convocam a todos os servidores para a manifestação que será feita na próxima segunda-feira (23/12), às 9 horas da manhã, em frente à Prefeitura em protesto contra o não pagamento integral do nosso décimo terceiro que é um direito assegurado na Constituição Federal e na Lei Orgânica Municipal, a qual prevê a data de 20/12 como limite para cumprimento da obrigação. Mangaratiba vive hoje um caos financeiro fictício gerado por conta do excesso de contratações em que temos mais de 2100 comissionados. Por isso, depois da concentração na Praça Robert Simões, seguiremos para a Câmara a fim de impedir que seja aprovada em segunda votação a Mensagem 58/19 que, no apagar das luzes, propõe criar mais de 20 secretarias e ainda permitir que o cargo de dirigente escolar seja ocupado por contratados. Não podemos aceitar isso! Não dá para o servidor ir para casa festejar o Natal sem receber o pagamento integral do decimo terceiro!

Aproveitamos para informar a todos que o SISPMUM já encaminhou na data de hoje ao prefeito o ofício de número 083/19 questionando essa violação e cobrando o imediato pagamento integral conforme prevê a nossa Lei Orgânica, sendo que o nosso setor jurídico já foi acionado para acompamhar o caso. Porém, é necessário que servidor também vá às ruas lutar pelo seu direito.





VÂNIA NUNES DE OLIVEIRA INÊS 
(PRESIDENTE DO SISPMUM)

terça-feira, 16 de abril de 2019

Servidores da educação decidem pelo estado de greve e uma assembleia unificada com todas as categorias é convocada para o dia 25/04



Na manhã desta terça-feira (16/04), os profissionais da educação reuniram-se pela segunda vez na Praça Robert Simões, no Centro, a fim de pressionar novamente o Poder Executivo acerca das reivindicações da categoria que dizem respeito a diversas questões, dentre as quais: o pagamento da data base (2017/2018/2019) e resíduos de anos anteriores; 1/3 da carga horária para planejamento dos professores; isonomia dos professores do concurso 2015; pagamento já  do adicional de férias para os Profissionais da Educação que gozaram férias em janeiro; revisão da Lei 33/2014, que reestrutura o Instituto de Previdência de Mangaratiba, com criação de uma comissão especial com representantes do PREVI MANGARATIBA, SEPE e SISPMUM; criação de uma comissão responsável pela eleição de diretores e adjuntos (2020); revisão do plano de cargos, carreiras e salários e unificação; participação do SEPE na revisão do Plano Municipal de Educação (PME); participação eletiva do SEPE nos Conselhos de Educação (Fundeb e Conselho Municipal de Educação); melhores condições de trabalho para o pleno desenvolvimento das atividades pedagógicas, lúdicas, inclusive planejamento (infraestrutura, alimentação/água de melhor qualidade, computadores conectados a internet retroprojetores, entre outros); transparência nas ações da SME e maior comunicação com os servidores da educação; transporte escolar para a E. M. Levi Miranda (Ilha de Marambaia), entre outras; pagamento de difícil acesso; e EPS.

Após o encontro do grupo, os manifestantes marcharam em passeata até à sede da Prefeitura onde uma comissão de negociação foi recebida por representantes do Poder Executivo, dentre os quais o prefeito Alan Campos da Costa, o secretário de educação Valdemar Alves Ribeiro Neto, e o secretário de finanças Luiz Cláudio de Souza Ribeiro. Na reunião, ficou prometido pelo governo que o pagamento das férias de janeiro ocorrerá integralmente em folha suplementar até dia 08/05, porém nada ainda definido quanto à revisão geral anual e outros assuntos importantes. Ou seja, o prefeito continua mantendo a sua posição assumida no dia 18/12/2018 em apenas dar uma "resposta técnica" lá para meados deste ano.







No final do ato, foi convocada uma nova assembleia, porém unificada com as demais categorias, para acontecer no dia 25/04, às 09:00 hs, na Praça Robert Simões, conforme já oficializamos através do nosso Edital n.º 06/2019. Teremos como ordem do dia decidir acerca de paralisação, estado de greve ou deflagração de greve sendo que, no caso, a pauta de reivindicações foi ampliada para as questões já aprovadas em fevereiro pelo funcionalismo: revisão geral anual, 1/3 da carga horária para planejamento dos professores, isonomia dos técnicos de enfermagem, isonomia dos professores do concurso de 2015 e o Plano de Cargos, Carreira e Remunerações da Guarda Municipal.


O sindicato continuará na luta em defesa dos direitos dos servidores públicos do nosso Município e pede à toda sociedade mangaratibense que apoie os nossos professores e demais integrantes do funcionalismo. Inclusive convidamos os pais de alunos para que possamos reivindicar uma educação de qualidade para as nossas crianças com profissionais dignamente remunerados, merenda e materiais escolares em dia, dentre outros recursos necessários para a prestação de um serviço adequado à criança e ao adolescente.


Venha participar! A luta deve ser de todos nós!

#Assessoria

domingo, 14 de abril de 2019

Nova paralisação dos profissionais da educação nesta terça, dia 16/04



O Sindicato dos Servidores Públicos de Mangaratiba (SISPMUM) apoia a assembleia com paralisação dos professores e demais servidores da área educacional do Município convocada para esta terça-feira (16/04) pelo SEPE.

Pedimos às demais categorias do funcionalismo e à sociedade em geral que também entrem conosco nessa luta em defesa da educação e dos nossos docentes que merecem receber uma remuneração digna.

O ato está marcado para às 09:00 hs, na Praça Robert Simões, Centro de Mangaratiba. E, após a assembleia, sairemos em caminhada até a Prefeitura para uma audiência com o Chefe do Poder Executivo.

Venha participar!


#Assessoria

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Professores e demais profissionais do ensino saem nas ruas em protesto




Na data de ontem (10/04), os servidores públicos da área educacional da Prefeitura foram às ruas em defesa dos seus direitos, dentre os quais o pagamento da data base seria o ponto comum entre todo o funcionalismo municipal.

Esses são os principais pontos da pauta de reivindicações dos Profissionais da Educação (todos os grupos de categorias funcionais - Magistério/Técnicos/Administrativos e Profissionais de Apoio da Secretaria Municipal de Educação de Mangaratiba):


1. Data base (2017/2018/2019) e resíduos de anos anteriores;

2. 1/3 da carga horária para planejamento dos professores;

3. Isonomia dos professores do concurso 2015;

4. Pagamento já  do Adicional de férias para os Profissionais da Educação que gozaram férias em janeiro.

5. Revisão da Lei 33/2014, que reestrutura o Instituto de Previdência de Mangaratiba, com criação de uma comissão especial com representantes do PREVI MANGARATIBA, SEPE e SISPMUM;

6. Criação de uma comissão responsável pela eleição de diretores e adjuntos (2020);

7. Revisão do plano de cargos, carreiras e salarios e unificação;

8. Participação do SEPE na revisão do Plano Municipal de Educação (PME);

9. Participação eletiva do SEPE nos Condelhos de Educação ( Fundeb e Conselho Municipal de Educação);

10. Melhores condições de trabalho para o pleno desenvolvimento das atividades pedagógicas, lúdicas, inclusive planejamento (infraestrutura, alimentação/água de melhor qualidade, computadores conectados a internet retroprojetores, entre outros);

11. Transparência nas ações da SME e maior comunicação com os servidores da educação;

12. Transporte escolar para a E. M. Levi Miranda (Ilha de Marambaia), entre outras;

13. Pagamento de dificil acesso.

14. EPS

O ATO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO TEVE TOTAL APOIO DO SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE MANGARATIBA (SISPMUM).

A pauta acima foi entregue e discutida com o secretário de Educação e sua equipe de Gestores e a direção do  SEPE e profissionais da Base.

Possivelmente, caso as reivindicações não sejam plenamente atendidas pelo atual chefe do Executivo Municipal, prefeito Alan Bombeiro - que está ciente de todas estas demandas apresentadas pela categoria -, será 'deflagrada' uma greve.




É agora esperar os desdobramentos...

Há cargos na estrutura da educação de Mangaratiba, bem como de outras categorias da administração, cujos salários-base são menores que o salário minimo nacional.

Por imposição constitucional, a prefeitura editou um decreto, para equiparar os salários ao piso do salârio minimo nacional.

É um total descaso com o servidor público municipal da Prefeitura de Mangaratiba.

Os salários pagos pela prefeitura estão externamente defasados.

O SISPMUM já solicitou a revogação da Lei Complementar 41/2017 (que reestrutura a administração municipal) e criou  centenas de cargos comissionados.


#Assessoria

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Apoio à paralisação dos profissionais da área educacional



O Sindicato dos Servidores Públicos de Mangaratiba está apoiando a PARALISAÇÃO dos profissionais da educação de Mangaratiba convocada para o dia 10/04 (próxima quarta-feira), conforme aprovado na última assembleia geral do SEPE. Pedimos às demais categorias que estejam apoiando também as reivindicações pois a luta é de todos nós.

Juntos somos fortes!

#Assessoria

quinta-feira, 21 de março de 2019

Somos contra a reforma da Previdência!



O SISPMUM, como entidade filiada à CSB, segue a orientação do conjunto das Centrais Sindicais que tiraram o dia 22 de março como o Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência (PEC n.º 06/2019) e a MP 873, de modo que apoiamos as manifestações convocadas pelo país com esse propósito.

Não podemos ignorar que a referida PEC traz pontos importantes que poderão afetar diretamente os servidores públicos municipais e o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) como, por exemplo, as diferenças na regra atual e na proposta do governo, além da regra de transição.

De acordo com a CPI da Previdência de 2017, ficou constatado que os verdadeiros problemas do sistema previdenciários estariam na má administração, roubalheira, anistias, sonegação, além de desvios por meio da Desvinculação da Receita da União (DRU). E, nos municípios em geral, sabemos muito bem como o RPPS vem sendo prejudicado pelos prefeitos a exemplo do que ocorre com a falta de pagamento das contribuições do PREVI-Mangaratiba.

Portanto, nesta sexta-feira (22/03), estaremos unidos aos trabalhadores de todo o país, dizendo NÃO à essa covardia que é a reforma da Previdência. E lembramos a todos que está previsto um ato para às 16 horas, na Candelária, Centro do Rio de Janeiro, com esse objetivo.

Resistir sempre, se entregar jamais!


#Assessoria

sábado, 1 de dezembro de 2018

O sindicalismo brasileiro há uns 100 anos



Por Rodrigo Ancora da Luz*

Por esses dias, eu estava refletindo sobre como era o movimento sindical brasileiro do início do século XX e fiz um breve comparativo com a atual realidade que foi se configurando a partir da década de 90. Então me veio à memória uma minissérie brasileira exibida pela Rede Globo em maio de 1984 chamada Anarquistas, Graças a Deus, a qual foi ao ar quando eu tinha apenas 8 anos de idade.

Escrita pelo cineasta Walter George Durst, a trama foi uma adaptação do romance autobiográfico de Zélia Gattai, escrito em 1979. Tal obra traz reminiscências do país nos anos 10 e 20 do século XX juntamente com histórias da infância da autora, a qual nasceu numa família de imigrantes italianos que se estabeleceu num reduto anarquista que havia na cidade de São Paulo.

Confesso que, na época da minissérie, eu pouco me interessei pelo que a TV nos mostrou. Porém, anos mais tarde, quando já era um estudante secundarista (ensino médio), comecei a entender como se desenvolveu o movimento operário nas primeiras décadas da República brasileira, o qual foi muito intenso em São Paulo e nos estados do Sul, graças a dois fatores importantes: a industrialização e a imigração italiana. Principalmente por causa da influência européia uma vez que a mão-de-obra importada já havia conquistado alguns direitos no país de origem ainda não reconhecidos no Brasil.

Fato é que, há um século atrás, as condições de trabalho aqui eram péssimas. Os salários eram baixíssimos, a jornada laboral chegava a ser de até 16 horas diárias, além da exploração de mulheres e de crianças. Aliás, esse trecho do livro citado revela um pouco das dificuldades vividas pelas famílias operárias:

"Os temores de dona Angelina tinham uma explicação: sempre levara uma vida de apertos; casara-se muito jovem, quase uma criança, apenas completara quinze anos e o noivo dezoito. O salário do inexperiente marido, empregado na oficina de seu pai, na Rua Barão de Itapetininga  (oficina de consertos de bicicletas, armas de fogo, máquinas de costura etc., não era suficiente para o sustento da casa. Embora contra a vontade ele permitiu que sua mulher, após o casamento, continuasse na fábrica de tecidos, no Brás, onde trabalhava desde a idade de nove anos, ajudando nas despesas do lar paterno. Mesmo assim, com os dois parcos ordenados, levavam vida de sacrifícios. Com os dois reduzidos salários viviam três pessoas, pois tia Dina, irmã mais nova de papai, passaria a morar com os recém-casados. Órfã de mãe desde pequena, Dina aprendera a ter responsabilidades, esperta como ela só, cozinhando e cuidando da casa."

Ora, foi nesse contexto que surgiram no Brasil as primeiras greves juntamente com comícios e passeatas de rua, as quais buscavam atrair a simpatia da população para as reivindicações trabalhistas. Nos anos 10, em São Paulo, os manifestantes organizavam longas marchas vindas de bairros distantes da cidade até à Praça da Sé, no Centro, ou ao Largo da Concórdia, no Brás, contando com o apoio de todas as categorias profissionais. Calcula-se que, em 1920, para um número de 500.000 operários no país, havia cerca de mil sindicatos.

Para reprimir esse notável espírito de luta e de organização dos trabalhadores, os governantes tratavam os movimentos sociais como "questão de polícia", de modo que a greve chegou a ser criminalizada. Líderes sindicais eram presos e muitos foram expulsos do país. Inclusive a legislação vigente previa essa possibilidade que hoje a Constituição de 1988 de modo algum permitiria.

Pode-se dizer que, na década de 30, os trabalhadores alcançaram importantes vitórias com o governo de Getúlio Vargas, o qual criou o Ministério do Trabalho e regulamentou, por decreto, a sindicalização das classes patronais e operárias, as quais passaram a ter caráter paraestatal. Surgiram também, nesse importante momento histórico, as leis trabalhistas e os institutos de previdência social. 

Verdade é que, nos últimos 30 anos, o sindicalismo brasileiro não mais demonstrou tanta força como nos tempos no anarcossindicalismo. Tivemos no ano passado uma reforma trabalhista que suprimiu vários direitos conquistados, porém não houve uma mobilização no país capaz de se opor influentemente aos retrocessos engendrados por Michel Temer.

Como explicar esse enfraquecimento do movimento sindical em plena democracia? Afinal, o que foi que aconteceu com os trabalhadores brasileiros?

Ora, é inegável que, nas últimas décadas, ainda no final do século XX, desapareceu a figura do antigo operário de fábrica, sendo certo que as unidades industriais, devido ao uso cada vez maior da tecnologia, têm necessitado menos de mão-de-obra. E essa relação inversamente proporcional, por gerar desemprego em massa, fez com que o sindicalismo se esvaziasse em face do risco de demissão. Em outras palavras, se o trabalhador se sente insatisfeito com o salário que recebe, há muitos por aí aguardando ser contratados pelas empresas.

Todavia, não foi só isso que aconteceu! Pois também houve um distanciamento dos sindicatos dos trabalhadores de maneira que a contribuição obrigatória, a qual até março de 2017 era descontada de todos os representados de uma categoria (mesmo sem estarem filiados ao órgão de classe), gerou uma acomodação de muitos dirigentes sindicais. Isto porque, ao invés de prestarem um bom serviço para ganharem mais associados, essas instituições simplesmente poderiam se manter com a arrecadação do tributo anualmente recolhido.

Talvez o fim do chamado "imposto sindical" tenha sido o único ponto verdadeiramente positivo da reforma trabalhista de Temer e creio que as adversidades políticas previstas nos próximos anos acabarão favorecendo a luta dos trabalhadores. Aliás, como se sabe, os bons desafios fazem bem a todos e aí vejo que, mesmo com a eleição do direitista Jair Bolsonaro, os movimentos dos sociais poderão novamente se fortalecer no país devido à necessidade de enfrentamento de uma pauta conservadora.

Não podemos esquecer que muitas das coisas que hoje temos na vida, a exemplo da saúde de nossos corpos, só passamos a valorizar quando as perdemos. E, neste sentido, a consciência da retirada de direitos fará com que o trabalhador outra vez se posicione e vá às ruas lutar pela sua dignidade e sobrevivência. Nem que seja através de um grande movimento de desempregados!

Mesmo que ninguém tome banho por duas vezes no mesmo rio, como bem disse o filósofo Heráclito de Éfeso, penso que as sementes plantadas há cem anos atrás pelo anarcossindicalismo não morreram. Pois a essência de toda aquela luta (os ideias libertários) sempre há de reviver diante de qualquer opressão que se levantar.

(*) Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz é advogado e assessor jurídico do SISPMUM

OBS: A foto acima refere-se à greve de 1917, movimento este que paralisou São Paulo durante um mês, sendo o artigo originalmente publicado em 26/11/2018 no blog do autor: http://doutorrodrigoluz.blogspot.com/2018/11/o-sindicalismo-brasileiro-ha-uns-100.html